20 abril 2012

Por trás das nuvens...


Não. Não me apetece…
Querer ser livre, vergado
com o peso das responsabilidades.
E não amanhece,
quase tudo acabado,
não há nem nunca houve facilidades.

Ouço tambores de guerra,
vamos viver a transformação
do corpo, da mente e da alma.
Como ficará a Terra?
Depois de toda a convulsão,
teremos finalmente calma?

Os dias passam em fúria,
as noites ainda iluminadas,
e o tempo já perto do fim…
Tudo virá da romana cúria,
as profecias são verificadas,
e nada é como se pensara assim…

5 comentários:

PRECIOSA disse...

Nossa !!! que profundo!!!
tomara tdo termine da melhor maneira
Apesar dos trantornos, ainda existe a esperança

Que sua noite seja regada de muito amor
Beijos no coração

Preciosa Maria

imensa disse...

Leio um momento sentido numa noite a deriva no pensar global.
Há noites assim onde temos o privilegio de ter um folha em branco pronta a ser gravada com os nossos pensamentos profundos.

Belos e Malditos disse...

Pobrezinho para dizer o que me vai na alma ao ler este poema.
Pensamento onde o lirismo se junta à palavra onde o mundo não pára, e é assim...

Ana disse...

A transformação que é necessária para voltarmos a renascer !

Um abraço, Daniel *

BlueShell disse...

Como diz a Ana: renascer! Qual Fenix que se ergue das cinzas...

Apetece-me bater-me a mi mesma por andar longe de teu blog! Só agora me dou conta do qaunto tenho perdido...
mas lembraste-te desta velha amiga...e eu nem palavras de jeito tenho para te agradecer!

Meu anjo, que Deus te abençoe!

Um beijo
Isabel, aka, BShell